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Blogueira cubana é BARRADA nos EUA. Viva a democracia!

Sem título
princesa da festa e barrada no baile

Do Jornalismo B:

A tarde desta quarta-feira foi momento de mais um ataque à liberdade nas relações entre Estados Unidos e Cuba. Elaine Díaz Rodrígues, blogueira, jornalista e professora da Universidade de Havana, foi impedida de ir aos EUA para um dos maiores eventos de Ciências Sociais do mundo, o XXXI Congresso Internacional de Estudos Latino-Americanos.

Elaine teve seu trabalho aprovado pela Associação de Estudos Latino-Americanos, organizadora do evento, que também deu a ela uma bolsa para a viagem. Mesmo assim, o governo dos EUA não concedeu o visto a Elaine.

Agora, a jornalista e professora se pergunta quem cerceia a liberdade, Cuba ou os EUA? Por que Yoani Sanchez pode ir aos EUA, mas Elaine não? “Não tive nenhum problema com Cuba para sair, nunca”, disse ela ao Jornalismo B. E completou: “É humilhante que neguem vistos a acadêmicos enquanto recebem de braços abertos a Yoani (Sanchez)”.

Em seu Twitter, Elaine agradeceu aos governos do Brasil e do Quênia por a terem recebido para congressos em 2012, e disse torcer “para que o Congresso mais importante de Ciências Sociais do mundo saia novamente do território estadunidense, só assim se garantirá a presença de todos os cubanos e cubanas aceitos pela Lasa (sigla da organizadora)”.

Saindo do Foco:

Por Murilo Silva

Quantos jornalistas latino americanos irão se levantar para defender a blogueira cerceada?

A SIP irá se manifestar por Elaine?

O Estadão fará editoriais por ela?

Vai ter capa da Veja para Elaine?

O Clarín?

E no velho mundo? O que dirá o El País?

Quantos prêmios internacionais ganhará Elaine?

O que são meia duzia de estudantes em uma livraria, caro colaborador, diante dos Estados Unidos da América?

Na visita de Yoani Sanchez ao Brasil assistimos uma verdadeira cruzada pela democracia. Ela se repetirá agora?

Quem é cerceado de verdade no Brasil? Yoani, ou os manifestantes que se ergueram contra sua “concepção de Cuba”?

Quem tem a hegemonia do discurso?

Yoani esteve nos Estados Unidos no mês passado, logo depois de deixar o Brasil.

Foi recebida na Casa Branca por Ricardo Zuniga, assessor do presidente para assuntos da América Latina.

O presidente Obama não estava em casa, mas mandou flores.

Esse é o verdadeiro valor da democracia ocidental.

Bolsonaro chama ministra de "sapatona"

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Ordinário

 

Do Noblat:

O líder do governo na Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse nesta segunda-feira que o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ, foto abaixo) fez ataques “absolutamente desrespeitosos e covardes à presidente” Dilma Rousseff.

Na última quarta-feira, em sessão no plenário da Casa, Bolsonaro afirmou que os protestos que pedem a saída do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) da presidência da Comissão dos Direitos Humanos (CDH) são uma pressão feita por Dilma, que “não tem compromisso nenhum com a família”.

Para embasar seu discurso, Bolsonaro argumentou que se a presidente tivesse esse compromisso não teria nomeado a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, para o cargo, uma “sapatona”, segundo ele. “Essa mulher (Eleonora) representa a sua mãe, Dilma Rousseff, a minha não. E nem as mulheres brasileiras”, criticou.

Quem o ministro da Justiça quer esconder?

DantasCardozo
quem Cardoso esconde?

 

Deu no Globo:

BRASÍLIA — A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) divulgou nesta terça-feira nota de apoio aos delegados Luís Flávio Zampronha de Oliveira, que investigou o mensalão, e Matheus Mela Rodrigues, responsável pela Operação Monte Carlo, que foram proibidos de dar entrevistas sem a autorização prévia do departamento de Comunicação Social da Polícia Federal (PF). Segundo a associação, os delegados estão sendo “vítimas de procedimentos disciplinares com base em normas inconstitucionais que negam o direito de manifestação e à informação”. A entidade já entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a Instrução Normativa 13/2008 da Polícia Federal, que instituiu a proibição.

Saindo do Foco:

Por Murilo Silva

A revista Época teve acesso em 2011 ao inquérito mineiro do Mensalão. O relatório comandado pelo delegado Zampronha montra um protagonista até agora escondido.

O relatório de Zampronha mostra como Daniel Dantas fazia nomeações na ANATEL – agência reguladora que deveria vigiar Dantas, na época, gestor da Brasil Telecom.

O relatório de Zampronha mostra correspondência eletrônica entre o lobista Roberto Amaral – sob soldo de Dantas – e os chefes de ordem do Presidente Fernando Henrique.

O relatório de Zampronha mostra correspondência eletrônica entre o lobista Roberto Amaral e o motorista do então ministro José Serra, que também responde pela alcunha de “Niger”.

Amaral pediu ao motorista do Serra a cabeça de um dirigente da Previ – maior fundo de pensão da América Latina – e foi prontamente atendido por este que deve ser o mais influente motorista do mundo.

O relatório de Zampronha faz uma verdadeira arquivologia política do grupo Opportunity – principal alvo da investigação.

Estabelece um vínculo central entre os dois governos do chamado Brasil Moderno – um vinculo comum aos “mensalões”.

Entre 1999 e 2002 – governo FHC-  a Telemig, empresa controlada por Dantas, pagou 77 milhões de reais as agências de Valério.

Entre 2003 e 2005 – governo Lula – a cifra foi de 87 milhões.

O relatório de Zampronha dedica 36 páginas ao D.D., 10% do texto.

A Carta Capital teve acesso ao inquérito e o disponibilizou na integra em seu site.

Em tempo: Como se sabe, os amigos de Daniel Dantas chamam o ministro José Eduardo Cardoso, da Justiça, de Zé. O ministro já gastou vastamente seu latim para negar suas relações com o banqueiro. Contudo, Zé Eduardo se notabilizou na imprensa italiana pela via-sacra que fez por lá para defender os interesses do banqueiro carioca em sua disputa com a Telecom Itália. Zé também já engrossou as fileiras de advogados do controvertido banqueiro.

Deixa o Zampronha falar, Zé!

 

ONG denuncia CQC ao Ministério Público por exploração de menor

Veja o vídeo:

Blog da Cidadania:

Em sua edição de 25 de março, o programa da TV Bandeirantes CQC levou ao ar o que alega ter sido “reportagem” feita por um “repórter-mirim”. Um menino de aparentes 10 ou 11 anos de idade foi levado ao Congresso Nacional por seu pai e pela equipe do programa a fim de enganar o deputado federal José Genoino (PT-SP), que não queria dar entrevista.

Abaixo, a chamada para essa “reportagem” que consta do site do programa:

Após ficar na cola de José Genoino, o repórter Mauricio Meirelles finalmente conseguiu falar com o deputado petista. Com ajuda do repórter mirim João Pedro, Genoino falou abertamente sobre sua condenação no processo do mensalão e deu a sua opinião sobre o ‘mensalão mineiro’”.

Segundo o apresentador do programa Marcelo Tas, a criança é filha de um “militante petista”. O programa mostra o suposto pai de “João Pedro” apresentando-se ao deputado em questão à porta de seu gabinete na Câmara dos Deputados. Genoino, então, recebe o “militante” e seu “filho”. Esse “militante” grava um vídeo em que a criança “entrevista” o deputado.

A justificativa de que “João Pedro” atuou como “repórter-mirim”, na visão da Organização Não Governamental Movimento dos Sem Mídia, não procede. Não existe regulamentação para tal atividade ou para trabalho de alguém tão jovem e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é muito claro quanto à exposição da imagem de menores.

Abaixo, os textos do LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990 (ECA) que versam sobre o tema.

Art. 17. O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, idéias e crenças, dos espaços e objetos pessoais.

Art. 100, item V – privacidade: a promoção dos direitos e proteção da criança e do adolescente deve ser efetuada no respeito pela intimidade, direito à imagem e reserva da sua vida privada;  (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)

Com base na legislação pertinente, o Movimento dos Sem Mídia, através de seu presidente, autor deste Blog, nos próximos dias consultará e eventualmente representará ao Ministério Público (de São Paulo ou Federal, a decidir) por conta da exploração de imagem e pela evidente corrupção psicológica e moral da criança em questão.

Saindo do Foco:

Marcelo Tas no twitter: “Sou do tempo que jornalista honrado era crítico ao governo. Agora os “honrado (sic)” são patrocinados pelo governo”.

A criminalização dos caraminguás que o governo “dá” através de publicidade oficial as publicações alternativas é um discurso recorrente da direita nesse país.

Principalmente quando se leva em consideração que, a maior parte do bolo continua na grande impressa, e que quase metade da publicidade oficial segue no bolso da família Marinho.

Bem, como se sabe, desde Marcelo Moreno – garoto propaganda da Bombril – um careca não brilha tanto no mercado publicitário como Marcelo Tas.

Ou seja, não esconde de ninguém que é bancado pela PepsiCo, pela Vivo, pelo Governo ou por quem pagar mais.

Quando Marcelo Tas diz que: “é do tempo que jornalista honrado…” prefiro imaginar que não esteja se incluindo na categoria.

Humilhar um homem condenado à espera de sentença não se presta ao jornalismo, muito menos se valendo de uma criança para tal. Esse tipo coisa se encaixa muito melhor na categoria de entretenimento de mal gosto.

Aliás, nem John Saad acha que o CQC faz jornalismo, uma vez que o programa é a presentado na grade da Band como entretenimento, e não jornalismo.

Em tempo, segue brilhante observação sobre o assunto de Patrick Mariano, no Viomundo:

“Em muitos casos, o híbrido humor/jornalismo é um salvo conduto para se ferir a dignidade das pessoas. Se por acaso precisam de credencial para entrar em lugares que se fazem presentes jornalistas, dizem que o são. Quando extrapolam qualquer limite ético para seu exercício, se dizem humoristas. E assim se vai levando.”

Lenda urbana

Deu no iG:

O presidente da juventude tucana, Paulo Mathias, conta que Aécio o procurou e buscou construir uma ponte por meio de uma ligação telefônica em que agradeceu a oportunidade de estar em São Paulo.

O líder da juventude do PSDB paulista recebeu com simpatia a abordagem de Aécio e deixou claro que não quer se envolver em atritos do presidenciável com outros tucanos

“Sou novo no partido. Não quero saber quem brigou com quem. A juventude tucana olhará para frente”, disse Mathias.

Rapidíssima:

Caçadores de mitos: Ao contrário do que se imaginava, é possível ser jovem e do PSDB ao mesmo tempo. Apesar de raro, o exemplar é real, e pode ser encontrado nas imediações de Vila Boim, principado de Higienópolis..

 

 

Dilma 58%, Marina 16% e Aécio 10%; diz Datafolha

pesquisa
Abertas as apostas

Deu na Folha:

A presidente Dilma Rousseff lidera a mais nova pesquisa Datafolha de intenções de voto para a Presidência da República. Se a eleição fosse hoje, a petista teria 58%, seguida pela ex-senadora Marina Silva (Rede), com 16%.

Logo atrás estão o senador Aécio Neves (PSDB-MG), com 10%, e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que aparece com 6% das intenções de voto. Neste cenário, 6% declararam voto nulo ou em branco, e 3% disseram não saber em quem votar.

Na pesquisa anterior, realizada em dezembro do ano passado, Dilma tinha 54%, Marina aparecia com 18%, Aécio, 12%, e Campos, 4%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 21 de março e ouviu 2.653 pessoas. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Leia na edição da Folha deste sábado mais detalhes sobre a pesquisa Datafolha.

Saindo do Foco:

Por Murilo Silva

Veja caro colaborador, que essa pesquisa pouco significa.

Pesquisas pré-eleitorais prestam-se muito mais a desinformação do que a informação.

Essa em especial é uma pré-pré-eleitoral, divulgada pela Folha.

Nas pré-eleitorais do pleito de 2010, não se sabia sequer quem era candidato do PSDB, muitos apostavam em Aécio.

Nas de 2006, o nome de Alckmin aparecia em terceiro plano entre as hipóteses eleitorais – de novo no caso do PSDB.

Nas pré-eleitorais de 2002, a liderança isolada era de Roseane Sarney, que nem candidata foi.

Os exemplos seguem.

Mas aqui, cabe a seguinte observação:

Eduardo Campos já aparece com algum destaque. Resultado da massiva exposição de seu nome no noticiário, estimulado pelo jogo político.

Ou seja, três candidatos de oposição saíram de um patamar nivelado para disputa.

A vantagem de Marina é compensada pela falta de partido. Ainda que a REDE se consolide, mesmo que Marina conseguir atrair todo o PV, ainda sim, terá menos de um minuto de TV. Além disso, faltará palanque em muitos estados e, provavelmente, dinheiro para a candidata verde – veja Marina na SPFW.

Teoricamente, a vaga em um eventual segundo turno seria decidida por pouco entre os três candidatos. Teoricamente…

O IBOPE, também de hoje, traz outra perspectiva: o potencial de voto.

Ou seja, o percentual de pessoas que não exclui a possibilidade de votar em determinado candidato.

Nesse caso a presidente aparece com Dilma Rousseff 76% de potencial de voto, quase o dobro do de sua adversária mais próxima, a ex-senadora Marina Silva chegou a 40%. O potencial de Dilma é três vezes maior do que o de Aécio Neves  e sete vezes maior do que o de Eduardo Campos – que ainda não tiveram a chance de disputar uma eleição nacional.

Os números favorecem uma vitória em primeiro turno, mas não garante.

Se a hipótese do nivelamento se confirmar, e se a campanha de Aécio não emplacar, 2014 pode marcar o fim de um ciclo – o ciclo de polarização entre PT e PSDB.

Nem tudo é "Telhada" em São Paulo

Ines-Etienne-Romeu
Homenagem justa

Por Murilo Silva,

Esse post faz justiça a São Paulo ao registrar o trabalho da Comissão Estadual da Verdade.

Na contra-mão da Câmara Municipal de São Paulo, sob a inspiração do Coronel Telhada – um tucano rápido no gatilho – a Comissão Rubens Paiva, fará uma justa homenagem à Inês Etienne Romeu, a única sobrevivente da Casa da Morte de Petrópolis.

Segundo depoimento do sargento reformado Marival Dias, cerca de 100 pessoas passaram pelo casarão no bairro do Caxambu. Só Inês voltou.

O livro “Memórias de uma Guerra Suja”, lançado ano passado por de Rogério Medeiros e Marcelo Netto mostra o depoimento do ex-delegado Cláudio Guerra.

O livro, que mudou a história da ditadura, traz revelações terríveis, entre elas o fato de de ao menos dez presos políticos da Casa da Morte terem sido incinerados em uma usina de açúcar em Campos -RJ.

***

Veja a nota de O Globo sobre essa justa homenagem:

SÃO PAULO – A Comissão da Verdade do Estado de São Paulo “Rubens Paiva” fará na próxima segunda-feira, às 19h, uma homenagem a Inês Etienne Romeu, a última presa política a ser libertada no Brasil e única prisioneira a sair viva da Casa de Petrópolis, conhecida como “Casa da Morte”, depois de 96 dias de tortura. Por motivo de saúde, Inês não deve comparecer à próxima audiência pública da comissão, mas será representada no evento. Também confirmaram presença a ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Política para as Mulheres da Presidência da República, e das integrantes da Comissão Nacional da Verdade Maria Rita Khel e Rosa Maria Cardoso, além de representantes da comissão estadual paulista.

O tema a ser abordado “Verdade e Gênero – A violência da ditadura contra as mulheres” pauta, praticamente, os trabalhos da comissão estadual neste mês de março. Nesta quinta-feira, em audiência pública na Assembleia Legislativa paulista, o grupo ouviu os depoimentos de mulheres vítimas de tortura no período da ditadura, entre 1964 e 1985. Aos integrantes da comissão paulista, elas relataram casos de violência ocorridos dentro das dependências da Operação Bandeirantes (Oban), em São Paulo, alguns deles na frente dos maridos e dos filhos. Além disso, as depoentes falaram sobre métodos sádicos empregados pelos agentes públicos, como deixar mulheres nuas durantes as sessões de tortura e a violência física e psicológica contra grávidas, como no caso de Criméia Alice Schimidt de Almeida, integrante da Guerrilha do Araguaia presa na capital paulista em dezembro de 1972, na casa da irmã, a militante política Maria Amélia de Almeida Teles, a Amelinha.

Dilma não vai enfrentar a mídia

Dilma e falcão
Vermelho PT só no taier

Saiu na Folha:

O presidente do PT, deputado Rui Falcão, reconheceu ontem que o governo federal não vai propor um marco regulatório para a mídia até o fim do mandato da presidente Dilma Rousseff e afirmou que o partido vai “ver qual é a melhor estratégia” para apresentar um projeto, mesmo sem apoio do Executivo.

“Neste mandato, proposta provinda do Executivo não haverá, pelo que eu entendi. […] Nós vamos fazer um seminário com outras entidades, ver qual é a melhor estratégia”, afirmou. Ele não descartou a possibilidade de o projeto ser apresentado pelo PT no Congresso Nacional.

No início do mês, uma resolução do diretório nacional petista pedia a Dilma que revisse a decisão de adiar o envio de projeto sobre o tema ao Legislativo. Convocava também a militância do partido a iniciar uma campanha de coleta de assinaturas para um projeto de iniciativa popular.

O PT defende há anos a aprovação de um marco regulatório da mídia. No governo Lula, o ex-ministro da Comunicação Social Franklin Martins elaborou um projeto, mas Dilma decidiu não levar o debate para frente.

Saindo do Foco:

Por Murilo Silva

Eugênio Bucci destacou um fato político relevante ontem em sua coluna no Estadão.

O único ministério que sofre oposição programática dos 39 ministérios de Dilma, é o ministério das Comunicações de Paulo Bernardo.

E quem faz oposição é o próprio PT.

A divisão no PSDB é mais grave do que se pinta

privatariatucana

Saiu na Folha, na Coluna da Mônica Bergamo:

FAMÍLIA
José Serra afasta qualquer possibilidade de se reconciliar pessoalmente com Aécio Neves, embora militem no PSDB. O ex-governador de São Paulo acha que o mineiro está por trás do livro “A Privataria Tucana”, de 2011, em que negócios de sua filha, Veronica, foram esquadrinhados. Não perdoa.

FAMÍLIA 2
O autor, Amaury Ribeiro Jr., diz em um dos capítulos do livro que foi escalado por um jornal de Minas, ligado a Aécio, para levantar informações sobre arapongas que Serra teria supostamente colocado no encalço do mineiro. A partir daí, começou a pesquisar os negócios da família do paulista. Diz, no entanto, que fez isso por conta própria, “usando da liberdade conferida aos repórteres especiais” da publicação em que trabalhava.

Fora do Foco:

José Serra dá sinais de que fará por Aécio em 2014 o que Aécio fez por ele em 2010.

Se a coluna de Bergamo tiver precedência – e geralmente têm – a cidadela paulista fica mais receptiva as investidas de Eduardo Campos, que tem conversado com empresários de São Paulo.

Sem São Paulo, Eduardo já pode sonhar com o segundo lugar…

Sonhar, aliás, até a Marina pode.

Por Murilo Silva,