FIFA veta (?) nome de Garrincha. Que tal João Havelange?

mister teixeira
esse dribla mais que o Garrincha!

 

Deu na Folha:

Bicampeão do mundo pela seleção brasileira em 1958 e 1962, Garrincha está proibido pela Fifa de ter seu nome associado ao estádio de Brasília durante a Copa das Confederações e a Copa-2014.

O ex-craque do Botafogo dá nome ao estádio da capital federal desde a década de 1980. No ano passado, virou lei no DF: o nome da arena é “Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha” […]

A entidade argumenta que as competições são de “interesse internacional” e que deve “manter a consistência dos nomes dos estádios”.

Contudo, outros estádios que também possuem nomes tradicionais, e, em tese, de difícil compreensão semântica para o público internacional, como Maracanã e Mineirão, não sofrerão mudança […]

Embora o governo tenha afirmado, em nota enviada à Folha, “estar certo de que não haverá necessidade de mudança na arena da capital federal”, projeto de lei enviado semana passada pelo governador Agnelo Queiroz (PT) aos deputados distritais inclui artigo prevendo a troca.

Saindo do Foca:

Por Murilo Silva

Que tal Estádio Mister Havelange? Mister Teixeira? Mister Eurico Miranda? Ou como fez o meu querido Massa Bruta, Mister Nabi Abi Chedid!

É melhor parar as sugestões por aqui, Agnelo pode se animar e batizar o estádio de Arena Mister Cachoeira…

Só gente fina, que merece todo o reconhecimento do torcedor brasileiro.

A cervejaria Petrópolis acaba de assinar acordo com o consórcio Odebrecht/OAS, gestor da nova “Fonte Nova” para dar nome ao estádio.

O grupo vai pagar 10 milhões de reais por dez anos. E o estádio vai se chamar…  “Itaipava Arena Fonte Nova”.

Itaipavão é mais traduzível que Mané?  Mané Guarrincha? Manézão?

A Arena da Baixada, no Paraná chama “Arena Kyocera” desde 2008, quando o Atlético Paranaense fechou com a fabricante de celular um acordo de naming rights.

Outros estádios devem repetir o mesmo modelo de negócio, terão de pedir autorização à FIFA? Já é hora do governo brasileiro, que banca a maior parte dos investimentos do evento, se fazer entender. O Brasil não pode ser tratado como uma republiqueta de bananas.

 

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